Amarração
amorosa, é um trabalho usado para unir casais. alguns a chamam de
Amarração amorosa, forte, infalível, definitiva, do amor, cigana entre
outras. mas na verdade estamos falando do mesmo trabalho.
Um
trabalho de amarração amoroso, é um processo espiritual ao qual se
invocam entidades na linha do amor para atuar na vida de uma pessoa
restaurando os sentimentos e provocando desejos e influenciando-a afim
de estabelecer uma união amorosa com uma determinada pessoa.
O trabalho amoroso ou amarração amorosa, provoca efeitos
físicos e psicológicos na pessoa amada como: aumentando o desejo
sexual, saudades, dependência de carinho, afetividade, instinto
protetor, sonhos eróticos, restauração dos sentimentos fragilizados, dependências emocionais e etc .
Trabalhamos o ambiente gerando oportunidades e situações para que a pessoa que solicitou o auxílio amoroso conquiste ou re-conquiste o amor da pessoa amada.
As Entidades possuem o interesse em concretizar uma união amorosa para obterem através dos trabalhos de amarração amorosa e rituais, o cortejo, a veneração e o culto afim de satisfazê-las espiritualmente.
O trabalho de amarração amorosa ou qualquer outro tipo de trabalho espiritual, só é possível diante da aceitação das próprias entidades que passaram agir na vida de duas pessoas unindo-as com toda a força diante da pessoa amada,
Como qualquer causa está diretamente ligada as atitudes, o
respeito e a fé de quem
solicitou o auxílio sobrenatural, muitos casos existe a falta de
conhecimento a cerca do mundo espiritual levando muitas pessoas a
acreditarem em um auxílio espiritual cheio de miticismo e piorando
cada vez mais a sua situação entregando a vida amorosa nas mãos de
qualquer indivíduo sem experiencia alguma agravando mais sua situação.
São soluções imediatas a cerca dos seus problemas , promessas milagrosas , restauração de relacionamentos em dias , amarração amorosa super poderosa que prometem um amor surreal etc . Porém estas pessoas posteriormente acabam se frustando ! Logo decepcionam-se diante de suas expectativas pessoais , tudo por falta de um conhecimento pessoal e uma maturidade religiosa

Amarração Amorosa Homossexual
Realizamos um poderoso trabalho de Amarração Amorosa para casais homo afetivos. Trata-se de um ritual que possui grandes efeitos específicos sobre a pessoa amada atuando na união de casais do mesmo sexo.
Este trabalho de amarração amorosa é realizado em um ambiente reservado, pois um local isolado se faz necessário em virtude da complexidade do trabalho espiritual.

Amarração amorosa realmente existe ?
Bastante se questiona a racionalidade do homem diante da religião e crença da humanidade desde de sua origem.
Podemos citar como exemplos algumas religiões que possuem um número expressivo de adeptos no mundo como: Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo, Budismo, religiões Chinesas, e as demais eligiões Africanas. estas somadas correspondem cerca de 93 % da população mundial.
Então questiona-se: o homem é um ser racional? estaria 93 % da população mundial sofrendo de loucura acreditando no irreal ? Claro que Não ! O mundo espiritual existe, seria bastante improvável que cerca de 6 bilhões de pessoas seguissem religiões sem motivo algum não acha ?

Uma amarração amorosa pode gerar consequências negativas ?
Claro
que pode trazer conseqüências, porém quando realizado de forma
maligna, ou seja, com intenções invasivas, possessivas, vingativas
ou egoístas que busca a todo custo e de qualquer forma a submissão ou
controle de uma vida !
Quando um trabalho é realizado sob intenções
aversivas ou seja, malignas, todas as ações direcionadas para
determinada pessoa tendem a retorna através da lei do retorno espiritual.
Tudo que se planta, se colhe ! Existem vários tipos de rituais, bem como as mais variadas entidades que visam suprir o homem em troca de suas necessidades.
As entidades de baixa vibração (demônios ) aceitam de fato realizar uma união amorosa de forma mais agressiva, o grande problema é que estas entidades não respeitam a individualidade e o livre arbítrio do ser humano, além disso, o prazer e a satisfação destas entidades de baixa vibração, não está na adoração e no respeito humano, mas na dominação das vidas envolvidas nestes trabalhos.
Há pessoas que aceitam de fato venderem as suas
vidas por um objetivo, e outras são inocentemente envolvidas nestes
pactos, de modo que com o passar do tempo vivem completamente
infelizes, com problemas emocionais, psicológicos, financeiros, amorosos e familiar.
Ao solicitar uma amarração amorosa ou qualquer trabalho espiritual, analise seus sentimentos, pois suas intenções definem legalidades de entidades na sua vida.
Se suas intenções é a busca por um auxílio afim de restaurar o
relacionamento e obter oportunidades para demonstrar seu amor, não
há como entidades agirem de forma negativa ao qual não faz parte de seu
propósito.
Um trabalho de amarração amorosa não pode ser solicitado
com intenções de vingança, ódio e egoísmo. Sendo assim, qualquer
tipo de ritual direcionado com intenções malignas, pode gerar
conseqüências através da lei do retorno espiritual.
(Não realizamos
trabalhos espirituais invasivos ou seja, trabalhos que buscam ferir a
vida do próximo e interferir de forma agressiva.
Uma amarração amorosa, solicitada por
alguém que verdadeiramente sabe e ama, possui uma finalidade restaurativa, e acontecem de forma gradativa e progressiva gerando frutos bons para ambos respeitando a individualidade e
restaurando os sentimentos afim de criar oportunidades para o
relacionamento.)
Procure quem realemente quem entende do assunto.
As Brigas
"Quando um não quer, dois não brigam" já diz o velho ditado popular.
Mas entre casais é difícil que não haja pelo menos uma discussão vez por outra.
A vida de um casal não é sempre harmônica, e desencontros e as discussões se sucedem a cada minuto.
Como abordar as diferenças de um modo inteligente e produtivo?
O site nataliaprevisoes.com te dará algumas respostas.
Quais são as 10 brigas mais comuns dos casais e como resolvê-las?
Para além das histórias pessoais e do tempo que levam juntos os casais, existe uma série de temas conflituosos que, no geral, são os mesmos: o dinheiro, a família do outro, os amigos, o tempo livre, os filhos, a carreira ou o trabalho, as fofocas, a intenção de controlar o outro, os detalhes e a mania de querer ter razão.
Mentiras, traiçõese desrespeito são um dos piores fatores que destroem uma relação por ambas as partes.
1- A família de origem
O tema da família dele ou dela é um motivo freqüente de discussão, sobretudo entre casais recém-casados, que estão marcando terreno para ver quem impõe as regras. Estas são brigas pelo poder, em que cada um descobre que tem uma visão particular sobre o mundo que não coincide com a do outro.
- Por que a família do outro pode ser um problema?
Quando alguém se casa, forma um novo sistema familiar. Mas isso não implica em desligar-se do anterior. Hoje mais que antes, as pessoas permanecem muito mais ligadas a sua família de origem, sobretudo por questões econômicas. Como os novos casais não confiam que a relação seja duradoura, sabem que o que pertence aos pais lhes pertence como filhos, enquanto que aquilo que compartilham com seu par pode, amanhã, ser perdido. O certo é que existe mais fidelidade vertical (com a família de origem) que horizontal (com a nova família). Isto gera um desequilíbrio, porque começa a haver uma questão de lealdade.
A quem se deve ser leal?
A lealdade está no casal. Se supõe que, desde o momento em que se casam, formam uma nova sociedade e um rompimento com o núcleo anterior. Essa é a única forma do sistema se fortalecer.
Se um tem problemas com a família do outro, evitar o encontro é uma solução?
Supõem-se que um não pode se afastar de sua própria família, nem pedir ao outro que o faça, há que se somar e não diminuir. Em outras palavras, não se trata de abster-se ou afastar-se, e sim de pôr limites a esta influência. E aquele que em primeiro lugar tem que por limites, é o filho. Não a mulher do filho, ou o marido da filha.
E como se põe limites sem magoar o companheiro?
Os
limites, primeiro se põem na própria família e, em seguida, ao
companheiro. Pôr limites não é brigar com eles, sim argumentar quando
uma situação nos fizer sentir mal e que esperamos tolerância da outra
parte. Também é pedir um tratamento respeitoso. Não se pode exigir do
outro que ele goste de alguém que ele não goste, mas se pode pedir que
não provoque conflitos.



